As cenas do personal trainer Eduardo Alves espancando um morador de rua após flagrar o homem mantendo relações sexuais com sua esposa em Planaltina, no Distrito Federal, chamaram a atenção do Brasil inteiro ao longo da última semana. A versão de um dos lados, mais especificamente o de Eduardo, é de que a esposa estaria em surto psicótico e teria sido vítima de estupro.

Entretanto, nesta quinta-feira (24), em entrevista publicada pelo site Metrópoles, o morador de rua Givaldo Alves, de 48 anos, trouxe o seu lado dos fatos e negou que o ato sexual tenha sido criminoso. De acordo com ele, a relação foi consensual, tendo a própria esposa do personal trainer o convidado para entrar no veículo.

O morador de rua, que é baiano, contou que foi casado, tem uma filha de 28 anos, e peregrinou por cidades da Bahia, Tocantins, Minas e Goiás até chegar a Brasília. Na capital federal, ele estaria vivendo uma rotina nas ruas entre abrigos públicos e casas de passagens.

Givaldo alega também que só tomou conhecimento de que a mulher era casada quando recebia atendimento médico no hospital. Até aquele momento, ele diz ter achado que estava sendo vítima de uma retaliação após testemunhar um motorista em um carro arrastando propositalmente uma mulher na região alguns dias antes.

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