Foto: Tiago Caldas/Náutico

Ao justificar a suspensão da medida, o assessor de comunicação e porta-voz oficial da Polícia Militar de Pernambuco, o coronel Luiz Claudio Brito ressalta que a proibição não era uma novidade. Nesse sentido, menciona que, desde a Copa das Confederações (2013), é adotado um protocolo internacional de acesso aos estádios que proíbe a entrada dos torcedores com objetos que podem ser arremessados e causar lesões. No caso, a Polícia Militar “apenas” divulgou a proibição na quinta-feira, o que resultou em inúmeras críticas.

– O rádio veio à tona porque ele é um equipamento análogo aos outros que foram proibidos. Ele pode ser arremessado e causar uma lesão, como outros equipamentos. (…) Todo e qualquer objeto que pode ser arremessado em direção a uma pessoa e feri-la, é uma preocupação da corporação. E, nos palcos esportivos, nós tivemos situações de pessoas que foram lesionadas pelo arremesso de equipamentos – inicia Brito.

Brito esclarece que a proibição será melhor avaliada pelo “Grupo de Trabalho Futebol”, um colegiado integrado por órgãos com atuação no futebol – Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Juizado do Torcedor, entre outros -, que deve, futuramente, decidir de forma definitiva sobre o tema. Ressalta, contudo, que outros objetos – como instrumentos musicais – seguem proibidos.

Fonte: Ge

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